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10º Pilar - Aceite as Diferenças

10º Pilar -  Aceite as Diferenças

Vivemos em um mundo repleto de diferenças, sejam elas religiosas, de costumes, gostos ou etnias. Diversas coisas que nos separam em classes acabam impedindo grandes ideias de se moverem pelo mundo. Uma ideia pode simplesmente mudar tudo o que está a nossa volta, mas da mesma forma que uma pessoa sozinha não constrói um prédio, uma ideia sozinha também não gera algo novo. A evolução se trata de cada vez mais aceitarmos as diferenças pois, consequentemente, aceitaremos novas ideias.

 

9º Pilar - Manter o Bom Humor

 

9º Pilar -  Manter o Bom Humor

 

9º PILAR: MANTER O BOM HUMOR

O humor é um estado de ânimo cuja intensidade representa o grau de disposição e de bem-estar psicológico e emocional de um indivíduo.
O bom humor é, antes de tudo, a expressão de que o corpo está bem. Ele depende de fatores físicos e culturais e varia de acordo com a personalidade e a formação de cada um. Mas, mesmo sendo o resultado de uma combinação de ingredientes, pode ser ajudado com uma visão otimista do mundo. “Um indivíduo bem-humorado sofre menos porque produz mais endorfina, um hormônio que relaxa”, diz o clínico geral Antônio Carlos Lopes, da Universidade Federal de São Paulo. Mais do que isso: a endorfina aumenta a tendência de ter bom humor. Ou seja, quanto mais bem-humorado você está, maior o seu bem-estar e, consequentemente, mais bem-humorado você fica. Eis aqui um círculo virtuoso, que Lopes prefere chamar de “feedback positivo”. A endorfina também controla a pressão sanguínea, melhora o sono e o desempenho sexual.
Mas, mesmo que não houvesse tantos benefícios no bom humor, os efeitos do mau humor sobre o corpo já seriam suficientes para justificar uma busca incessante de motivos para ficar feliz. Novamente Lopes explica por quê: “O indivíduo mal-humorado fica angustiado, o que provoca a liberação no corpo de hormônios como a adrenalina. Isso causa palpitação, arritmia cardíaca, mãos frias, dor de cabeça, dificuldades na digestão e irritabilidade”. A vítima acaba maltratando os outros porque não está bem, sente-se culpada e fica com um humor pior ainda. Essa situação pode ser desencadeada por pequenas tragédias cotidianas – como um trabalho inacabado ou uma conta para pagar –, que só são trágicas porque as encaramos desse modo.
Evidentemente, nem sempre dá para achar graça em tudo. Há situações em que a tristeza é inevitável – e é bom que seja assim. “Você precisa de tristeza e de alegria para ter um convívio social adequado”, diz o psiquiatra Teng Chei Tung, do Hospital das Clínicas de São Paulo. “A alegria favorece a integração e a tristeza propicia a introspecção e o amadurecimento.” Temos de saber lidar com a flutuação entre esses estágios, que é necessária e faz parte da natureza humana. O humor pode variar da depressão (o extremo da tristeza) até a mania (o máximo da euforia). Esses dois estados são manifestações de doenças e devem ser tratados com a ajuda de psiquiatras e remédios que regulam a produção de substâncias no cérebro. Uma em cada quatro pessoas tem, durante a vida, pelo menos um caso de depressão que mereceria tratamento psiquiátrico.
Enquanto as consequências deletérias do mau humor são estudadas há décadas, não faz muito tempo que a comunidade científica passou a pesquisar os efeitos benéficos do bom humor. O interesse no assunto surgiu há vinte anos, quando o editor norte-americano Norman Cousins publicou o livro Anatomia de uma Doença, contando um impressionante caso de cura pelo riso. 
Uma boa gargalhada é um método ótimo de relaxamento muscular. Isso ocorre porque os músculos não envolvidos no riso tendem a se soltar – está aí a explicação para quando as pernas ficam bambas de tanto rir ou para quando a bexiga se esvazia inadvertidamente depois daquela piada genial. Quando a risada acaba, o que surge é uma calmaria geral. Além disso, se é certo que a tristeza abala o sistema imunológico, sabe-se também que a endorfina, liberada durante o riso, melhora a circulação e a eficácia das defesas do organismo.
A alegria também aumenta a capacidade de resistir à dor, graças também à endorfina. Vários estudos já comprovaram isso, alguns deles bem engraçados. Uma dessas pesquisas colocou um grupo com as mãos dentro de um balde de água gelada enquanto passava um filme humorístico. Essas pessoas ficavam com as mãos na água mais tempo que outros sem estímulo divertido.

 


Rubens Berredo

Diretor do Instituto R. Berredo

 

 

 

 

 

 

8º Pilar - Cumprimentar as Pessoas

 

8º Pilar - Cumprimentar as Pessoas

 

8º PILAR: CUMPRIMENTAR AS PESSOAS

Cumprimente com simpatia

Cumprimentar todo mundo cumprimenta. Dificilmente alguém começaria a falar diante de um grupo de pessoas sem utilizar o vocativo, isto é, sem cumprimentar.
Entretanto, há cumprimentos e ... cumprimentos. Alguns cumprimentam só por cumprimentar, para cumprir uma obrigação, um ritual. Outros, ao contrário, cumprimentam demonstrando vontade de cumprimentar, procurando ser gentis, amáveis, amigos.

A palavra cumprimentar é uma palavra que é muito usada para saudar as outras pessoas e é um sinônimo de felicitar, ou seja, desejar felicitação por um aniversário, trabalho, aprovação em provas e outras. Na maioria das vezes é utilizado como uma saudação, para desejar prosperidade ou usar expressões tais como: bom dia, boa tarde e boa noite. A expressão “olá” é uma expressão coloquial que pode ser classificada como o ato de cumprimentar.

Cumprimentar alguém é tratá-la com respeito e uma maneira de expressar o quão feliz está por ela estar presente ali, no caso de um evento ou de uma atividade na qual você a tenha convidado.

Cumprimentar alguém é um ato nobre e todo relacionamento inicia-se com um cumprimento.

Seja uma pessoa elegante, cumprimente as pessoas e abra portas para relacionamentos saudáveis e duradouros!!


Rubens Berredo

Diretor do Instituto R. Berredo

 

 

 

 

 

 

7º Pilar - Reconhecer Emoções nos Outros

 

7º Pilar - Reconhecer Emoções nos Outros

 

7º PILAR: RECONHECER EMOÇÕES NOS OUTROS

Num processo de crescimento e de elevação da maturidade intra e interpessoal, é importante conhecer, lidar e motivar suas emoções.

. Reconhecer emoções nos outros. A empatia, outra capacidade que se desenvolve na autoconsciência emocional, a “aptidão pessoal” é fundamental. As pessoas empáticas estão mais sintonizadas com os sutis sinais sociais que indicam o que os outros precisam ou o que querem.
A arte de nos relacionar é, em grande parte, a aptidão de lidar com as emoções dos outros. São as aptidões que reforçam a popularidade, a liderança e a eficiência interpessoal. As pessoas excelentes nestas aptidões se dão bem em qualquer coisa que dependa de interagir tranquilamente com os outros; são estrelas sociais.

O corpo fala e dá sinais, fique atento!

Há evidências de que as expressões faciais relacionadas às emoções são inatas: até recém-nascidos cegos conseguem demonstrá-las, segundo pesquisas.

A face é dividida em três áreas para descrição dos sinais emocionais. São elas: sobrancelhas e testa; olhos, pálpebras, ponta do nariz e regiões próximas; e boca, queixo e parte inferior do nariz. “A alegria e o nojo aparecem na boca. O medo e a surpresa, nos olhos. A tristeza também aparece nos olhos e na testa, e a raiva fica estampada nas três áreas.

Veja os sinais:

Alegria: os cantos da boca são puxados para trás e para cima, elevando as bochechas e empurrando as pálpebras inferiores para cima. Os olhos se fecham parcialmente, o que produz pequenas rugas no entorno, os chamados pés de galinhas.

Tristeza: os cantos internos das sobrancelhas se aproximam e se elevam. Podem aparecer rugas horizontais no centro da testa e rugas verticais entre as sobrancelhas. A área abaixo das sobrancelhas e acima dos olhos assume uma posição triangular. Os olhos ficam semicerrados e os cantos internos dos lábios, abaixados.

Surpresa: as sobrancelhas se elevam. Geralmente aparecem rugas horizontais em toda a testa. As pálpebras superiores são elevadas e as inferiores abaixadas, podendo aparecer a parte branca dos olhos. Os lábios relaxam e a boca fica semiaberta.

Medo: as sobrancelhas são elevadas e aproximadas e aparecem rugas horizontais no centro da testa. Há tensão nos olhos e na boca. Os cantos dos lábios são puxados para trás, em direção às orelhas.

Raiva: as sobrancelhas são abaixadas, diminuindo a área visível entre elas e os olhos. As sobrancelhas são aproximadas o que faz aparecer rugas verticais entre elas. Há tensão na região dos olhos, que podem estar mais abertos ou menos abertos do que o normal. Há tensão na região da boca e os lábios ficam mais finos.

Nojo: os lábios inferiores ou são levantados, em direção aos superiores, e projetados para fora, ou são abaixados e projetados para fora. As bochechas são empurradas para cima, fazendo com que as pálpebras inferiores se elevem um pouco e estreitem os olhos. Podem aparecer rugas na ponte do nariz (franzir o nariz).

Desprezo: uma parte do lábio superior abaixo de uma das narinas é levantada, podendo aparecer alguns dentes da arcada superior. Os cantos dos lábios são comprimidos e um deles é puxado para cima, como em um sorriso com um canto da boca. Pode haver a elevação de uma ou de ambas as sobrancelhas (“olhar de superioridade”) e o queixo pode ser levantado.

Procure prestar mais atenção aos sinais e, assim, reconhecer as emoções nos outros e saber lidar com elas.

Até o nosso próximo encontro.

 


Rubens Berredo
Diretor do Instituto R. Berredo

 

 

 

 

 

 

6º Pilar - Lidar com as Emoções

 

6º Pilar - Lidar com as Emoções

 

6º PILAR: LIDAR COM AS EMOÇÕES

É importante num processo de autoconhecimento e cura interior, conhecermos as emoções básicas do ser humano que, segundo Eric Berne, são cinco:

Medo
Alegria
Raiva 
Tristeza
Afeto

MEDO: O medo é um impulso, geralmente desqualificado pelos seres humanos. É muito comum nos referirmos ao medo como um impulso negativo ou até mesmo como uma falha grave ou defeito nas pessoas. O medo nos ensina a respeitar limites. Precisa ser eliminado ou superado, quando ele é ou se torna patológico. FACETAS DO MEDO: Tímido, Apavorado, Medroso, Horrorizado, Incrédulo, Envergonhado, Embaraçado, Surpreso, Culpado, Ansioso, Prudente, Constrangido, Modesto.


ALEGRIA: É a emoção mais boicotada; a alegria expande o ego e contagia. A alegria é salutar. É desfrutar a vida com prazer e compartilhar com os amigos, parentes, entes queridos. Ter alegrias por suas vitórias, seus feitos e suas realizações é autoestima. Sendo a energia uma emoção contagiante há tendência à aproximação física, toques, abraços, afagos.FACETAS DA ALEGRIA: Alegre, Contente, Feliz, Satisfeito, Animado, Interessado, Deslumbrado, Otimista, Aliviado, Eufórico, Embriagado, Espirituoso, Numa Boa.


RAIVA: Induz movimentos de ataque ou defesa, aumentando a força corporal, gera força e energia para superar obstáculos todas as vezes que houver ameaças à sua vida ou condição de vida. A raiva se apresenta como a defesa natural, uma espécie de força vital. Como não existe uma emoção chamada coragem, a raiva funciona como antídoto natural contra o medo. FACETAS DA RAIVA: Agressivo, Crítico, Histérico, Rabugento, Decepcionado, Chocado, Exasperado, Frustrado, Arrogante, Ciumento, Agoniado, Hostil, Vingativo, Colérico, Sentido, Indignado, Chateado, Revoltado.


TRISTEZA: Leva a cessão dos movimentos. O medo e a tristeza levam à baixa estima, à tristeza e à negação da alegria. A alegria foi frustrada; aparece uma raiva impotente e logo dará lugar a uma tristeza: tristeza por perda real ou condição de vida. É positivo expressar a tristeza por palavras e gestos. Entre em contato com o sentimento e permita-se chorar e/ou recolher-se. Você precisa de um tempo para recuperar a energia e avaliar a extensão da perda e se redirecionar para outras emoções. FACETAS DA TRISTEZA: Triste, Desesperado, Desgostoso, Entediado, Solitário, Ferido, Desolado, Meditativo, Estafado, Retraído, Apiedado, Concentrado, Deprimido, Melancólico, Nostálgico.


AFETO: Emoção presente nos estados de amor, em seus diversos rótulos: amor fraternal, paternal, filial e romântico. O afeto expande a alma, engrandecendo-a; correlaciona-se ao prazer, sexo e ao amor, induzindo-nos a uma aproximação física tão grande, que permite ou traz proteção e reprodução. FACETAS DO AFETO: Amoroso, Apaixonado, Solidário, Malicioso, Deslumbrado, Vidrado, Saudoso, Encabulado, Indiferente, Curioso, Enternecido, Comovido, Esperançoso.

Salovey inclui as inteligências pessoais de Gardner em sua definição básica de inteligência emocional, expandindo essas aptidões em 5 domínios principais, dos quais abordarei apenas 3, quais sejam:

. CONHECER AS PRÓPRIAS EMOÇÕES. Autoconsciência – reconhecer um sentimento quando ele ocorre – é a pedra fundamental da inteligência emocional.
A capacidade de controlar sentimentos a cada momento, é crucial para o discernimento emocional e a autocompreensão. Incapacidade de observar os nossos verdadeiros sentimentos nos deixa à mercê deles. As pessoas com maior certeza sobre os próprios sentimentos, são melhores pilotos de suas vidas, tendo um sentido mais preciso de como se sentem em relação a decisões pessoais, desde com quem se casar a que emprego aceitar.

. LIDAR COM EMOÇÕES. Lidar com os sentimentos para que sejam apropriados, é uma aptidão que se desenvolve na autoconsciência. As pessoas fracas nessa aptidão, vivem constantemente combatendo sentimentos de desespero, enquanto as boas nisso, se recuperam com muito mais rapidez dos reveses e perturbações da vida.

. MOTIVAR-SE. Por as emoções a serviço de uma meta, é essencial para prestar atenção, para a automotivação e a maestria, e para a criatividade. O autocontrole emocional – adiar a satisfação e reprimir a impulsividade – está por trás de todo tipo de realização. E a capacidade de entrar em estado de “fluxo”, possibilita excepcionais desempenhos. As pessoas que têm essa capacidade tendem a ter mais alta produtividade e eficácia em qualquer atividade que empreendam.

Procure conhecer mais suas próprias emoções, aprenda a lidar com elas e motive-se, ou seja, ponha suas emoções a serviço de uma meta.

Até o nosso próximo encontro.


Rubens Berredo
Diretor do Instituto R. Berredo

 

 

 

 

 

 

5º Pilar - Ética

 

5º Pilar - Ética

 

Como foi sua leitura do 4º pilar - cordialidade? Espero que tenha contribuído para construção de relacionamentos saudáveis. E para mais aprendizado e reflexão, veja abaixo o quinto pilar conforme prometido.

 

5º PILAR: ÉTICA

 

 

ÉTICA - conjunto de regras e preceitos de ordem valorativa e moral de um indivíduo, de um grupo social ou de uma sociedade.

Ética é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade. A ética serve para que haja um equilíbrio e bom funcionamento social, possibilitando que ninguém saia prejudicado. Neste sentido, a ética, embora não possa ser confundida com as leis, está relacionada com o sentimento de justiça social.

Ser ético é ter atitudes que não prejudiquem os outros, não quebrem acordos e não contrariem o que se considera certo e justo. Podemos ter muito autoconhecimento, ser altamente empáticos, assertivos e cordiais, mas, se não nos conduzirmos pela ética, não conseguiremos manter relacionamentos equilibrados.

Fortalecer esses pilares traz melhorias não só para nossas interações no trabalho, mas também para as de outras áreas da vida como a familiar, afetiva, social, de amizade. Vale a pena investir nisso – afinal, os relacionamentos são a melhor escola para o nosso desenvolvimento pessoal.

Já vou parando por aqui, pois creio que é o suficiente pra você refletir sobre ética até o nosso próximo encontro. Aliás, refletir e mudar, certo?


Rubens Berredo
Diretor do Instituto R. Berredo

 

 

 

 

 

4º Pilar - Cordialidade

 

4º Pilar - Cordialidade

 

Bom dia a todos que nos acompanham!

Como foi sua leitura do 3º pilar - assertividade? Espero que tenha contribuído para um melhor relacionamento intra e interpessoal.

4º PILAR: CORDIALIDADE

A cordialidade é mais um pilar para a construção de relacionamentos saudáveis e produtivos nas relações sociais e no trabalho. Precisamos do convívio social e para que construamos bons relacionamentos é imprescindível fazermos uso da cordialidade. Ser cordial com as pessoas é o primeiro passo para desenvolver um relacionamento saudável e de excelência. Mais do que os cumprimentos normais; o sorriso, a atenção, a presteza, a simpatia e o respeito são atos cordiais que aproximam pessoas e fazem com que surjam sintonias harmônicas entre todos.

Ser cortês é fazer uso daquelas regrinhas básicas de educação e não esquecer as palavras mágicas: com licença, obrigado, de nada, por favor, por gentileza, bom dia, boa tarde, boa noite e desculpa. É fazer o bom uso das boas maneiras e respeitar o limite do outro.

Tratar as pessoas com cordialidade é ser gentil, solícito e simpático, é demonstrar consideração pelo outro de várias formas. Pode ser com o “bom dia” com que saudamos o destinatário de nossa mensagem de e-mail, com o ato de segurar a porta do elevador para alguém entrar ou apanhar do chão um objeto que o colega deixou cair. Dizer “obrigado” olhando a pessoa nos olhos, oferecer-se para prestar uma ajuda, cumprimentar aquele com quem cruzamos no corredor, mesmo sem saber seu nome... A cordialidade desinteressada, que oferecemos por iniciativa própria, sem esperar nada em troca, é um facilitador do bom relacionamento no ambiente de trabalho e na vida.

Uma atitude cortês atrai bons pensamentos dos outros para conosco, inundando nossos corações com sentimentos positivos; ao passo que toda atitude antipática de nossa parte atrai sentimentos negativos que nos envolvem a alma como uma nuvem negra e compacta. Pessoas cordiais sempre são lembradas, afinal, todo ser humano gosta de ser bem tratado e a cortesia desperta o que há de melhor e nobre na pessoa.

“Gentileza gera gentileza!” essa frase sintetiza exatamente o efeito de usar a cordialidade no dia a dia.

Nesta semana, torne seu convívio social mais agradável, praticando a cordialidade.

Até nosso próximo encontro. Espero por você!!

Rubens Berredo

Diretor do Instituto R. Berredo  

3º Pilar - Assertividade

 

3º Pilar - Assertividade

 

Como foi a leitura do 2º pilar - Empatia? Espero que tenha contribuído para um melhor relacionamento interpessoal.

3º PILAR: ASSERTIVIDADE


As relações sociais e profissionais são, muitas vezes, marcadas por situações de conflito e tensão porque não sabemos comunicar e agir com assertividade.

Para ter relacionamentos saudáveis, não basta ouvir: é preciso também falar, expressar nossas opiniões, vontades, dificuldades. É aí que entra a assertividade - a habilidade de nos expressar de forma franca, direta, clara, serena e respeitosa.

No âmbito da comunicação, a assertividade consiste em uma estratégia que revela maturidade e alta autoestima, onde uma pessoa defende as suas convicções sem ofender nem se submeter a outras pessoas.

De acordo com a psicologia, os comportamentos podem ser divididos em 4 categorias: o passivo, o agressivo, o passivo/agressivo e o assertivo.

Relativamente à interação social, o tipo assertivo de comportamento é aquele que é mais saudável, pois é benéfico para todas as pessoas que interagem, contando que se trata de um comportamento seguro, respeitoso e que demonstra capacidade de ouvir críticas e não usar essas críticas para criticar o outro a nível pessoal.

Assertividade é uma competência emocional que determina que um indivíduo tome uma posição clara, ou seja, não fique "em cima do muro". Uma pessoa assertiva afirma o seu eu e a sua autoestima, demonstra segurança e sabe o que quer e qual alvo pretende alcançar.

Assertividade não significa que uma pessoa está certa ou errada, mas indica que a pessoa anuncia e defende as suas ideias com vigor e respeito pelo ouvinte. É importante referir que nem sempre uma pessoa demonstra apenas um tipo de comportamento, podendo ter comportamentos diferentes em situações e contextos diferentes. Como a assertividade é o comportamento mais adequado a desenvolver nos relacionamentos interpessoais, ficam aqui algumas dicas para praticar:

1. Pense, pense e pense antes de falar e agir. Procure controlar as suas emoções e impulsos a fim de evitar um comportamento agressivo perante uma crítica ou situação menos agradável. 
2. Fale de forma aberta, direta e honesta. Não tenha receio de dizer o que pensa, sente e quer; apenas tenha atenção à forma com o faz, através das palavras e da linguagem corporal. Ao mesmo tempo, dê espaço para que as outras pessoas se manifestem de igual forma. A pessoa assertiva afirma-se e permite que os outros se afirmem.
3. Diga "não" com elegância, para não ferir suscetibilidades, nem sentir culpa. Evite dizer "sim" quando gostaria de dizer "não", só para agradar a outras pessoas ou para manter um clima de paz. Dessa forma, evita um conflito externo mas acaba por criar um interno, e isso não é bom para si nem para as pessoas que o/a rodeiam. 
4. Esclareça situações duvidosas. Tenha o cuidado de esclarecer situações onde ficaram dúvidas para evitar mal-entendidos ou inimizades. Não finja que entendeu. Um segundo esclarecimento pode fazer poupar tempo, recursos e muitas chatices...
5. Admita os seus erros. Seja capaz de reconhecer que errou e até de pedir desculpa. Agora, grave é fingir que nada aconteceu e que as outras pessoas não notaram nada. Com a atitude certa, até nos momentos de crise se pode manter/aumentar a sua credibilidade.

Desejo que você procure ser mais assertivo(a) e assim, cultive relacionamentos interpessoais mais saudáveis e certamente melhor qualidade de vida.

Até nosso próximo encontro. Espero por você!!

Rubens Berredo
Diretor do Instituto R. Berredo

 

2º Pilar - Empatia

2º Pilar - Empatia

 

Como foi sua leitura do 1º pilar - Autoconhecimento? Espero que tenha contribuído para um melhor conhecimento de si, melhorando a qualidade de sua relação intrapessoal. E para mais aprendizado e reflexão, veja abaixo o segundo pilar conforme prometido.

2º PILAR: EMPATIA

Empatia significa a capacidade psicológica para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela. Consiste em tentar compreender sentimentos e emoções, procurando experimentar de forma objetiva e racional o que sente outro indivíduo. Ela leva as pessoas a ajudarem umas às outras. Está intimamente ligada ao altruísmo - amor e interesse pelo próximo - e à capacidade de ajudar. Quando um indivíduo consegue sentir a dor ou o sofrimento do outro, ao se colocar no seu lugar, desperta a vontade de ajudar e de agir seguindo princípios morais.

Esta capacidade de se colocar no lugar do outro ajuda a compreender melhor o seu comportamento em determinadas circunstâncias e decisões. Implica em saber ouvir os outros, compreender os seus problemas e emoções.

A empatia é diferente da simpatia. Enquanto a primeira faz brotar uma vontade de enxergar-se no lugar de outra pessoa e compreendê-la sem fazer pré julgamentos, a segunda apenas indica uma vontade de estar na presença de outra pessoa e de agradá-la.

Ser empático consiste em fazer uma viagem para fora de si na tentativa de enxergar as situações da vida de uma outra pessoa sob o ponto de vista dela e, ao mesmo tempo, procurar estar isento de seus pontos de vista individuais. É a mais complexa capacidade que uma pessoa pode desenvolver. Por este motivo, listo abaixo 5 dicas de como aumentar sua empatia:

Do Evangelho de Mateus, Capítulo 22, nos versículos 36 ao 38 ("Mestre, qual é o grande mandamento na Lei? Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo."), extraí as 3 primeiras dicas.

Primeira: Ter o amor de Deus no coração;

Segunda: Amar a si próprio;

Terceira: Amar o outro como a ti mesmo.

Se você não tiver o amor de Deus no seu coração e não amar a si mesmo, será quase impossível você amar o outro, ao ponto de se colocar no lugar dele. Faz sentido para você??? Se faz, você já pode seguir as 2 últimas dicas:

Quarta: Escute com mais atenção . É importante sair do modo falar, do modo julgar e migrar para o modo ouvir.

Quinta: Desafiar o preconceito e descobrir pontos em comum. Todos nós temos suposições sobre os outros e usamos rótulos - para nos referirmos às outras pessoas - que nos impedem de apreciar a sua individualidade.

Desejo que você procure ser mais empático(a) e assim, cultive relacionamentos interpessoais mais saudáveis e certamente melhor qualidade de vida. E já vou parando por aqui, pois creio que estas cinco dicas serão suficientes pra você refletir até o nosso próximo encontro. Aliás, refletir e mudar, certo?

 

Rubens Berredo

 

1º Pilar - Autoconhecimento

1º Pilar - Autoconhecimento

Como prometido, hoje iniciamos a postagem de uma série de matérias (PILARES), a fim de nos ajudar a refletir sobre o desenvolvimento de um excelente relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho. Esperamos que seja verdadeiramente útil e edificante pra cada um. Boa leitura.

1º PILAR: AUTOCONHECIMENTO

Fundamental para administrar bem os relacionamentos, autoconhecimento implica reconhecer nossos traços de comportamento, o impacto que causamos nos outros e que comportamentos dos outros nos incomodam. Por exemplo: uma pessoa objetiva e dinâmica, que gosta de agir com independência e rapidez para atingir seus objetivos, pode ter conflitos na interação com um colega de perfil mais cauteloso e metódico, que segue regras à risca e tem um ritmo mais lento por se preocupar com detalhes. Porém, se pelo menos um dos dois tiver autoconhecimento, pode utilizar estratégias que minimizam o conflito com o outro.

Autoconhecimento é o conhecimento que você tem de si, é como você enxerga seus limites, capacidades, é você conhecer seus valores, interesses e desejos.
Com um bom autoconhecimento, você é capaz de se sentir mais seguro e estar mais estável emocionalmente. A maioria das pessoas acham que se conhecem bem mas, muito pelo contrário, na maioria das vezes nos confundimos e nunca sabemos o que somos e o que gostamos.
Geralmente, você tem uma capacidade de conhecer mais ao outro do que a você mesmo.
Por isso, o autoconhecimento é fundamental para desenvolver o amor por si mesmo e fortalecer a autoestima. É muito difícil alguém se conhecer interiormente quando a busca está sempre no externo. Buscam cuidar da pele, mudar o corte do cabelo, comprar roupas, carros, eliminar alguns quilinhos mas, quase sempre, esquecem que o caminho deve ser o contrário, de dentro para fora.

Conhecer as próprias emoções. Autoconsciência – reconhecer um sentimento quando ele ocorre – é a pedra fundamental da inteligência emocional. A capacidade de controlar sentimentos a cada momento, é crucial para o discernimento emocional e a autocompreensão. A incapacidade de observarmos os nossos verdadeiros sentimentos nos deixa à mercê deles. As pessoas com maior certeza sobre os próprios sentimentos, são melhores pilotos de suas vidas, tendo um sentido mais preciso de como se sentem em relação a decisões pessoais, desde com quem se casar a que emprego aceitar.

A prática de se conhecer melhor faz com que uma pessoa tenha controle sobre suas emoções, independente de serem positivas ou não. Tal controle emocional provocado pelo autoconhecimento pode evitar sentimentos de baixa autoestima, inquietude, frustração, ansiedade, instabilidade emocional e outros, atuando como importante exercício de bem-estar e ocasionando resoluções produtivas e conscientes acerca de seus variados problemas.

COMO AUMENTAR SEU AUTOCONHECIMENTO?

Existem muitas maneiras. Qualquer ato que te leve a prestar mais atenção em você, aumenta o que você sabe sobre si.

Exemplos: grupos terapêuticos, leituras construtivas, conversas com amigos (e perguntar a opinião deles sobre você - atenção: é aconselhável avaliar a opinião dos outros antes de aceitá-la como verdadeira), fazer meditação, observar suas atitudes, suas emoções e seus pensamentos. Ficar atento ao que você gosta ou não e porquê, entre muitas outras ações.

Estas práticas o ajudarão a fazer intencionalmente com que suas emoções trabalhem a seu favor, usando-as como uma ajuda para ditar seu comportamento e seu raciocínio, de maneira a aperfeiçoar sua qualidade de vida e a aumentar sua produtividade.

Excelente final de semana a todos e até a próxima sexta-feira, quando estaremos falando do pilar EMPATIA.
Por Rubens Berredo.

 

 

Relacionamento Interpessoal no ambiente de Trabalho

Relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho

 

Não tem pra onde fugir. O relacionamento interpessoal no trabalho  é real e precisamos dele no dia a dia  para termos sucesso na carreira. Quando nos referimos ao relacionamento no trabalho, ele se diferencia dos demais tipos de relacionamentos que temos na vida: primeiro, porque não escolhemos nossos chefes, clientes, parceiros e, muito menos,  nossos colegas de trabalho. Segundo, porque  independente do grau de afinidade que temos com as pessoas no ambiente corporativo, precisamos conviver bem  apesar das diferenças de opinião, de visão, de comportamento, de formação, de cultura, de nacionalidade….

Quem se relaciona bem tem mais facilidade para trabalhar em equipe, atender, conquistar e fidelizar um cliente, liderar uma equipe, obter a compreensão e colaboração de outras pessoas e, principalmente, ter uma boa qualidade de vida, ou seja, termos relacionamentos interpessoais saudáveis é uma competência que necessita ser desenvolvida para que tenhamos uma carreira profissional de sucesso.

Dada a importância do assunto no ambiente corporativo, o Instituto R. Berredo, a fim de contribuir com seu público, apresentará 10 pilares para o desenvolvimento de um excelente relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho e na vida, quais sejam:

01. Autoconhecimento

02. Empatia

03. Assertividade

04. Cordialidade

05. Ética

06. Lidar com as emoções

07. Reconhecer emoções nos outros

08. Cumprimentar as pessoas

09. Manter o bom humor

10. Aceite as diferenças

 

 

Comentaremos cada pilar semanalmente. As publicações serão toda sexta-feira. Será imperdível. Nos acompanhe. Nos vemos dia 12/02/16, quando estaremos comentando sobre o pilar AUTOCONHECIMENTO.

Até lá!!

 

Rubens Berredo

O Perigo de Ser Eficiente

Você se considera eficiente? Você é daquelas pessoas que se orgulha de ser um realizador de projetos, um resolvedor de problemas?

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